VOLLEY MASCULINO ANOS 2000

 

equipe de voleibol masculino do Botafogo de Futebol e Regatas foi um dos principais e mais tradicionais times de voleibol do Brasil.





O Fogão foi tetracampeão brasileiro nos anos de 1971, 1972, 1975 e 1976, por 23 oportunidades foi o Campeão Carioca, além do tricampeonato do Campeonato Sul-Americano de Clubes nos anos de 1971, 1972 e 1977
O Alvinegro retornou a montar um time masculino de voleibol em 2013, após 29 anos sem competir nas principais competições da elite do voleibol nacional, sua última participação entre as grandes equipes foi em 1984, quando concluiu no quinto lugar na Taça Brasil, somente competindo em torneios a nível regional, como a Copa Rio e o Estadual, participando pela última vez do Campeonato Carioca de 2011, quando foi bronze. Com a retomada ao voleibol o fogão disputou a primeira edição da Supercopa[1] .
Os nomes do passado que fizeram a história do Alvinegro foram:Mário BorgesPaulo BorgesSylvio ProençaAlberto SáVirgílio SáAry Miranda da CunhaRuy MarcondesAyryfredo BicudoNélson Sanctos, José Antônio, Gabriel PaesPaulo Valente e Glader Caldas
Na contemporaneidade já defenderam as cores do Fogão nomes como: Bebeto de FreitasCarlos Arthur NuzmanAry da Graça FilhoEnio FigueiredoSuíço , QuaresmaMário DunlopMarcus Vinícius FreireTandePaulão, José Ricardo, Badalhoca, Antônio e Pina, Marco Aurélio, Nelsinho, Careca e Mauro George, Bebeto de Freitas, Carlos Arthur Nusman.

Resultados obtidos nas principais competições

CONTINENTAIS
CompetiçãoTítulosTemporadas
ContinentSouthAmerica.svgCampeonato Sul-Americano de Clubes319711972 e 1977
NACIONAIS
CompetiçãoTítulosTemporadas
BrasilSuperliga - Série A4197119721975 e 1976[1][2]
BrasilSuperliga - Série B12019
ESTADUAIS
CompetiçãoTítulosTemporadas
Rio de JaneiroCampeonato Carioca241938, 1939, 1940, 1941, 1942, 1944, 1945, 1946, 1950, 1962, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1978, 1979, 2007

MATÉRIA DA ESPN

Botafogo já foi glorioso no vôlei com Ary Graça, Bebeto de Freitas e Nuzman

Infográfico - Vôlei - capa

Nas décadas de 1960 e 1970, Botafogo era o time a ser batido no vôlei

De tempos em tempos o vôlei masculino vive período de dinastias. Muitos falam dos times da Pirelli e do Minas os anos 1980, outros não esquecem de Banespa, Suzano e Ulbra na década de 1990, e mais recentemente Cimed e Sada Cruzeiro também são lembrados. Elencos estrelados, finais, títulos.
No que pode ser chamado de embrião do Campeonato Brasileiro, hoje chamado de Superliga, houve um time a ser batido. E ele é bem conhecido dos amantes de futebol: o Botafogo de Futebol e Regatas
O Glorioso formou uma das grandes equipes do voleibol nacional nos anos 1960 e 1970, vencedora por exemplo de 11 Cariocas consecutivos (1965 a 1975), três Sul-Americanos (1971, 1972 e 1977) e três Taça Brasil (1971, 1972 e 1975), um torneio que reunia o campeão e o vice de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além de um representante de Pernambuco e outro do Rio Grande de Sul.


Comemoração vitória de 3x1 sobre o Clube Israelita
 Brasileiro no ginásio do Mourisco Pasteur em 1973.
Eu, o autor do blog sou o de óculos sentado a esquerda
Até que em 1976 aconteceu a edição inaugural do Campeonato Brasileiro, e o Botafogo ficou com o título, tornando-se assim o primeiro campeão nacional antes do 'boom' que o esporte ter"Ganhamos tudo", recorda-se Bebeto de Freitas, levantador do time alvinegro à época e ex-presidente do clube de General Severiano, ao ESPN.com.br. Ele se juntou ao elenco em 1967, sendo titular e figura constante nos títulos conquistados.ia na década seguinte.
A cidade do Rio de Janeiro era muito forte no vôlei, o Campeonato Carioca - que reunia apenas os times da então capital do estado da Guanabara - tinha 14 clubes. Hoje o Brasileiro tem 12", compara o dirigente.
"Botafogo, Flamengo e Fluminense jogavam. E era completamente amador, o apoio era apenas de viajar, ter lugar para treinar, uniforme".
Infográfico - Vôlei
Botafogo no vôlei com Ary Graça, Bebeto de Freitas e Carlos Arthur Nuzman

Sobre a Taça Brasil, Bebeto de Freitas afirmou: "Era o campeonato com os campeões e vices dos estados, um espécie de Copa do Brasil. Ganhamos três vezes. Era um embrião do Campeonato Brasileiro..."
Naquele elenco botafoguense, além de Bebeto, outros dois nomes tiveram destaque e, hoje, são mais do que conhecidos: Ary Graça, ex-presidente da confederação brasileira (CBV) e hoje mandatário da federação mundial (FIVB), e Carlos Arthur Nuzman, homem-forte do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do comitê organizador da Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016.
Ary Graça estava no Botafogo desde 1965 e saiu em 1969, mesmo ano da chegada de Nuzman, que se aposentou como jogador em 1972, logo após a conquista da Taça Brasil.
No entanto, existe alguém que esteve presente em todos esses anos gloriosos: Mário Dunlop.

"Eu comecei treinando no Fluminense, mas não cheguei sequer a fazer a minha inscrição pelo clube. Logo me transferi para o Botafogo, que é realmente meu primeiro e único clube", disse o ex-atacante em entrevista ao blog Mundo Botafogo.
Foram mais de 30 títulos entre 1965 e 1978, algo impensável para os dias de hoje.
Após anos parado, o clube alvinegro retomou as atividades do vôlei e chegou a disputar uma competição nacional após 29 anos, a Supercopa, em 2013.
Os Títulos:
1964: Estadual Juvenil e Estadual de Aspirantes.
1965: Estadual, IV Centenário da Guanabara e Taça Pedro Giaconni.
1966: Estadual, Brasileiro e Jogos Luso-Brasileiros.
1967: Estadual e Centro-Sul.
1968: Estadual e Brasileiro.
1969: Estadual e Centro-Sul.
1970: Estadual.
1971: Estadual, Octogonal Brasileiro, Brasileiro, Sul-Americano e Brasileiro Universitário.
1972: Estadual, Brasileiro e Torneio Quadrangular do Estado do Rio de Janeiro.
1973: Estadual e Brasileiro Universitário.
1974: Estadual.
1975: Estadual e Brasileiro.
1976: Brasileiro.
1977: Sul-Americano.
1978: Municipal.

Fonte: espn.com.br - 11/04/2015
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Bebeto de Freitas

Resultado de imagem para FOTO CARLOS ARTHUR NUSMAN VOLEY BOTAFOGO"

Carlos Arthur Nusman (uniforme Botafogo)


Jean Luc Rosat, o "Suiço"



"Suiço" foi um grande jogador de voleibol. Atuou pela


 AABB, pelo Botafogo, pelo CIB, e pela seleção brasileira chegando a disputar as Olimpíadas de Moscou e fazer parte da fase inicial da geração de prata, com Fernandão, Bernard, Renan, William, Montanaro, Xandó, Amauri,  Bernardinho e tantos outros.


Por ser um pouco mais velho, acabou não indo a Los Angeles, onde conquistaríamos a primeira medalha olímpica no esporte.


Pelo Botafogo conquistou os seguintes títulos:


Campeonato Sul- Americano de Clubes (1977)


Troféu Brasil (1975)


Campeonato Brasileiro (1976)


Campeonato Estadual (RJ) 1974,1975,1978 e 1979

Campeonato Municipal 1978,1979 e 1980


Taça Guanabara 1974


Torneio de apresentação do Camp. Estadual, 1974


Fez parte também da equipe da Bradesco-Atlântica 


(RJ)


Obteve a láurea de emérito, pela Federação de Vôlei 


do  Rio de Janeiro em 1974

Pela seleção brasileira conquistou a prata nos Jogos 


Pan Americanos do México em 1975 e participou de dois Campeonatos Mundias: México,1974 e Itália,1978 e duas Olimpíadas: Montreal,1976 e Moscou,1980.

Fonte: idolos do voley.facebook - 25/11/2018
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Ex jogador de voley Badalhoca vira dono de pousada e se afasta do voley

Das quadras de vôlei para um mundo ‘recluso’. Depois de viagens pelo mundo, o descanso no interior. É assim que Badalhoca, nome que ficou conhecido, Antônio Carlos Gueiros Ribeiro, membro da famosa Geração de Prata da seleção masculina de vôlei, vive atualmente. Diferentemente de muitos de seus companheiros na conquista do vice-campeonato olímpico de Los Angeles-1984, que seguiram envolvidos com o esporte, Badá, como também era chamado, preferiu investir em uma vida mais calma. Há 15 anos, é dono de uma pousada no interior do Rio de Janeiro, em Visconde de Mauá.
Do vôlei, restaram as lembranças, os prêmios e os bate-bolas entre veteranos do esporte. Mas Badalhoca abriu mão de qualquer possibilidade de seguir carreira como técnico ou dirigente no esporte, como fizeram Renal Dal Zotto, Bernardinho, William Carvalho... “Eu procurei uma vida alternativa. É um ambiente gostoso, nada de comércio grande. Eu nunca tive a ambição de ser treinador, dirigente, de seguir no esporte. Não tenho essa habilidade. Gostaria de ser como Bernardinho, mas não sou. Estou muito satisfeito com a minha vida”, afirmou Badalhoca, em entrevista ao UOL Esporte.
Aos 56 anos, o ex-jogador mudou-se para a atual pousada com 42. Casou-se e teve uma filha, Antonia. As idas para o Rio de Janeiro, onde morou algum tempo, tornaram-se esporádicas. Adaptado à vida pacata, vai para a capital somente para reencontrar amigos e familiares. “O esporte foi muito bom, me deu muitos amigos, mas não é obrigação de ninguém seguir carreira esportiva só porque foi jogador.  Estou tranquilo, sossegado aqui no meu canto. Não tenho ambição de ser rico, vivo bem, a vida aqui é mais barata. O Rio está muito caro”, disse.... 
O 'namoro' com o campo começou quando ainda estava no começo de sua carreira. Entre viagens pelo mundo, já aos 22 anos, conheceu o local, encontrou um terreno à venda e resolveu investir. Depois de muitos anos, aposentado e casado, resolveu montar a pousada, de onde tira sua renda atual.  "Eu conheci o lugar, gostei da região, vi águas cristalinas... Quando resolvi vir para cá, um monte de gente falou: 'Badá, é fim do mundo, é longe'. Mas eu gostei, oras. Vim, arrumei uma mulher bacana, que me deu uma filha, e vivo muito bem", completou o ex-atacante.

Da geração de prata, Bernardinho virou técnico, conquistou todos os títulos possíveis à frente da seleção brasileira masculina, onde segue até hoje, e também dirige a Unilever na Superliga feminina; Renan Dal Zotto é dirigente de vôlei; Bernard Rajzman recentemente virou membro do COI (Comitê Olímpico Internacional); Marcus Vinicius Freire é superintendente executivo do COB (Comitê Olímpico Brasileiro); Montanaro é supervisor do Sesi/SP; William Carvalho é técnico; Amauri Ribeiro é envolvido com vôlei sentado;  Xandó e Fernandão estiveram envolvidos com cargos nas Secretarias de Esporte de Cubatão e Itaboraí (RJ); Domingos Maracanã é delegado de jogos na Superliga, e Rui Campos tem cargo esportivo no Sesi
Badá e sua esposa, Ana Cristina, sentados na pousada em que são donos, em Visconde de Mauá

Fonte: Site da UOL
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 Quaresma

No dia 06 de março de 2014 faleceu em sua residência em Niterói, um dos melhores atletas de voleibol do Brasil, João Carlos da Costa Quaresma, vítima de complicações generalizadas. Há algum tempo sofria da doença de Parkinson, o que não o impedia de se relacionar com familiares e amigos mais próximos, como este autor. Todavia, a doença é progressiva e ainda sem tratamento eficiente, o que abreviou sua estada entre nós.

Quem é Quem (História do Voleibol no Brasil, Roberto A. Pimentel, pág. 365) Capa do livro (vol. I): Quaresma observa o ataque de Jorginho, contra o bloqueio de Urbano.


Nascido em 15 de maio de 1932 em São Gonçalo (RJ), começou a jogar em clubes a partir de 1949, aos 18 anos de idade. O primeiro deles foi o Praia das Flechas Clube, em Niterói. Oficialmente jogou pelo Clube Central (Niterói), América F. C. (DF) e CAER, de Três Rios. Em 1956, ainda no América, foi convocado para a seleção brasileira que iria ao Mundial de Paris. Em 1958 foi convidado a jogar em Volta Redonda (RJ), cidade sob influência direta da Companhia Siderúrgica Nacional, que montou uma equipe representativa com vários jogadores de seleção brasileira, numa primeira insinuação de apoio ao esporte, pois os atletas eram empregados da Siderúrgica. Quaresma volta ao Rio, agora transferindo-se para Botafogo, de onde só saiu para retornar a Niterói, em 1967, disputando pelo Clube de Regatas Icaraí suas últimas partidas. No início de 68 ainda disputou um Campeonato Brasileiro em Maceió (AL) representando o Estado do Rio repleta de jovens promessas. Conseguiram uma honrosa 3a colocação. Sua despedida oficial das quadras deu-se mesmo, no Botafogo, na memorável partida em que saiu vencedor contra a equipe do Spartak, da Iugoslávia, em 1966. (Ver mais sobre Quaresma em “Torneio Internacional IV Centenário do Rio de Janeiro, Despedida de um ídolo – Quaresma”, História do Voleibol no Brasil, Roberto A. Pimentel)


Amistosos Internacionais


Para a temporada de 66 a equipe do Botafogo recebeu o reforço dos atletas José Maria e João Cláudio, ambos oriundos do Radar. João Cláudio viria a se contundir seriamente numa das partidas disputadas no ginásio do Mourisco, ficando alijado do esporte definitivamente. Para Quaresma o ano de 66 foi oficialmente o de sua despedida. Foi por isso mais uma vez homenageado pelo clube na festa do bicampeonato.
Destaques das equipes, Quaresma (1,78m) e Pavel (2m) trocam cumprimentos. Acervo Jorge de Mello Bettencourt.
Equipe do Botafogo:
Jorginho, Quaresma, Covas, José Maria, Roque, João, Marco Antônio, Mário, Paulo Márcio, Ary Graça, Júlio, Roberto e Sertã.

Acervo Jorge de Mello Bettencourt.
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Ênio Figueiredo

Enio começou a carreira esportiva no vôlei em 1962, defendendo a equipe juvenil do Flamengo.[1] Foram nove anos como atleta (até 1971) e 25 como treinador.
Como técnico de vôlei, Enio conquistou títulos importantes com o Flamengo (35 campeonatos entre 1972 e 1980, da categoria mirim à adulta), Atlético Mineiro, Supergasbrás, equipes da Itália e BCN/Osasco, além da Seleção Brasileira Feminina. Com a equipe nacional, Enio participou das principais competições do mundo, como Jogos Olímpicos, Pan-Americanos, Sul-Americanos, Universíada, entre outras.
Em maio de 2007, foi contratado pela Federação Peruana de Vôlei, como diretor técnico da seleção feminina, participando da Copa Pan-Americana no México, dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro e na Copa Sul-Americana no Chile, ocupando o 2º lugar e classificando para a Copa do Mundo em Tokyo no Japão.
Antes de falecer está implantando um projeto social esportivo em Bangu, no Clube Casino Bangu, pretendendo abranger toda a zona oeste do Rio de Janeiro.
Enio Figueiredo faleceu no dia 12 de agosto de 2014 vítima de complicações cardíacas.

Carlos Arthur Nuzman

Carlos Arthur Nuzman (Rio de Janeiro, 17 de março de 1942) é um advogado, atleta e político brasileiro. Ex-jogador de vôlei, Nuzman presidiu a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e a Organização Desportiva Sul-Americana (ODESUL). Comandou a candidatura do Rio de Janeiro como sede e organização dos Jogos Pan-americanos de 2007.

Como jogador de vôlei, Nuzman participou em parte da seqüência de onze títulos seguidos do Botafogo no Campeonato Carioca de Voleibol, entre as décadas de 1960 de 1970. Muitos creditam o ótimo desempenho do vôlei brasileiro na década de 1990 e começo do século XXI em grande parte ao trabalho de Nuzman como presidente da CBV.

Após ser acusado por corrupção na escolha dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e ter sido preso preventivamente,renunciou aos cargos de presidente do COB e da Organização Desportiva Pan-Americana (ODEPA).Após quinze dias preso, foi solto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Foi casado por vinte anos com a apresentadora Márcia Peltier.
Desde cedo, Nuzman dedicou-se ao esporte, ainda no pátio da escola onde estudava no Rio de Janeiro. Naquela época, praticava principalmente natação e tênis no Fluminense. O vôlei era apenas mais uma dentre tantas atividades esportivas de seu cotidiano.

Nuzman iniciou sua carreira no vôlei pelo Clube Israelita Brasileiro (CIB). Depois de ter sido campeão pelo clube, integrou a delegação brasileira que participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, logo na primeira em que teve o vôlei entre suas modalidades. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.


FICHAS DE INSCRIÇÃO ATLETAS 









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Botafogo comemora o título da Superliga B masculina


 SUPERLIGA B MASCULINA - FINAL

13.04 (DOMINGO) – Botafogo (RJ) 3 x 1 Apan Blumenau (SC), às 19h, no ginásio Oscar Zelaya, em Rio de Janeiro (RJ) – (25/16, 22/25, 26/24 e 25/21) 

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro O Botafogo (RJ) jogou em casa e ficou com o título da Superliga B masculina. Neste domingo (14.04), a equipe carioca venceu o Apan Blumenau (SC) na decisão por 3 sets a 1 (25/16, 22/25, 26/24 e 25/21), no ginásio Oscar Zelaya, no Rio de Janeiro (RJ). Por terem chegado à final, as duas equipes garantiram vaga na próxima edição da Superliga Cimed.

O Botafogo terminou a Superliga B masculina, com 12 vitórias e apenas uma derrota. O histórico do voleibol no Botafogo vem de longa data. A equipe conquistou o título brasileiro em quatro edições na década de 1970 (71/72/75/76), mas na era da Superliga Cimed, o alvinegro ainda não tinha nenhuma participação na primeira divisão. Foram quatro participações na Superliga B desde 2016, e em todas elas o clube carioca chegou entre os quatro primeiros.

Um dos destaques na conquista do Botafogo, o experiente oposto Lorena, de 40 anos, estava muito emocionado no final da partida e fez questão de agradecer o apoio do time carioca.


“Foi o momento mais importante da minha carreira. Ano passado não fiz uma boa temporada no Montes Claros e só tive uma proposta para jogar a Superliga. O Botafogo acreditou no meu trabalho e abriu as portas para mim. Trabalhei bastante e me dediquei muito. Esse grupo é maravilhoso. É uma equipe nova e com talento. Muitas vezes eu fui pai para esses jogadores e precisei chamar a responsabilidade para mim. Foi muito emocionante porque esse clube me mostrou que eu ainda posso jogar voleibol. Eu me sinto em casa no Botafogo”, afirmou Lorena.

O treinador do Botafogo Walner Santos comemorou o título e parabenizou o grupo alvinegro pela dedicação ao longo da temporada.

“Tenho muita gratidão por todo esse grupo. Estou há algumas temporadas no Botafogo e sempre acreditamos no projeto. Tenho que agradecer ao clube, aos atletas, a comissão técnica, a diretoria e a essa torcida maravilhosa que foi fundamental para o nosso título”, disse Walner Santos.

Pelo lado do Apan Blumenau, o técnico André Donega lamentou a derrota, mas ressaltou a boa temporada do time catarinense e a classificação para a Superliga Cimed.

“Estou muito contente de estar nesse projeto que há quatro anos batalhava para estar na Superliga Cimed e essa temporada conseguimos esse objetivo. Fico feliz com o trabalho que fizemos com nossos atletas. Crescemos como equipe e só tenho que agradecer tudo o que aconteceu nesse ano. Infelizmente tivemos algumas lesões na temporada, mas fizemos uma ótima partida nessa final contra o Botafogo”, finalizou André Donega.

EQUIPES: 

BOTAFOGO – Gelli, Lorena, Robinho, Cardozo, Mudo e Salles. Líbero – Wanderson/Caio 
Entraram – Renan, Tiago, Bruno Godoy, 
Técnico – Walner Santos

APAN BLUMENAU – Felipe, Jamelão, Lucaian, Kelvin, Arthur e Samuel. Líbero – Dayan 
Entraram – Thiago Alves, Bob, Ricardo, Matheus, Bernardo, 


Fonte: site superligaB.cbv.com.br
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"A primeira vez que cheguei eu nunca esqueço: falei para um diretor que iria levar o Botafogo para a primeira divisão. Botafogo é time de camisa, a torcida é maravilhosa. Me dediquei muito para ajudar o time. Briguei com o técnico nos treinos, falava que queria treinar mais, ele queria me tirar. Ninguém queria me contratar e o Botafogo abriu as portas para mim!"
Lorena super craque do Botafogo Voleibol


Fonte: facebokk.com/BotafogoVoleyOficial



Lorena Campeão Super Liga B

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CAMPEÃO INVICTO! MIRIM DO BOTAFOGO CONQUISTA A COPA CIDADE MARAVILHOSA


CAMPEÃO INVICTO! Mirim do Botafogo conquista a Copa Cidade Maravilhosa  O Botafogo chegou a duas finais na Copa Cidade Maravilhosa, que foram disputadas neste domingo, e conquistou o título no Mirim Masculino. A equipe do técnico Fernando Holanda venceu o Tijuca por 3 sets a 0, nas Laranjeiras, e levou o troféu invicto.  Melhor campanha da primeira fase, o Mirim do Fogão passou por Tijuca (2 a 0), Fluminense (2 a 1), Minas (2 a 1) e Flamengo (2 a 0). Na semi, outra vitória tranquila sobre o Minas por 2 a 0. Diante do Tijuca mais uma vez, a equipe alvinegra mostrou tranquilidade na manhã deste domingo, controlou a maior parte do jogo e venceu por 3 sets meuip a 0, com parciais 25 a 21, 25 a 23 e 25 a 19.  Lutando pelo bicampeonato no Infanto, o Botafogo saiu invicto da primeira fase, onde trifou sobre Caetanópolis (2 a 0),Tijuca (2 a 0),  Flamengo (2 a 0), Sada (2 a 1) e Fluminense (2 a 0). Na da decisão, que aconteceu em General Severiano, o time do técnico João de Paula não imprimiu um bom ritmo de jogo nos dois primeiros sets e se viu atrás: 25 a 21 e 25 a 19. Com mudanças no que viria a ser a última etapa da competição, os alvinegros tiveram sua melhor apresentação, lutaram ponto a ponto pela vitória, mas acabaram superados em 25 a 22.






FONTE: SITE BOTAFOGO
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Botafogo FR Campeão Estadual Mirim Masculino de Voleibol de 2019
Botafogo quebra longo jejum sem títulos da categoria. Pode gritar bem alto nação botafoguense: o Estadual Mirim de 2019 é do Fogão!
A Campanha:
1ª Fase:
3-1 Tijuca TC - f
3-0 Fluminense - c
3-0 Flamengo - c
3-0 Tijuca TC - c
3-0 Fluminense - f
3-0 Flamengo - f
3-0 Tijuca TC - f
3-0 Fluminense - c
3-0 Flamengo - c
2ª Fase:
3-0 Fluminense - f
3-0 Fluminense - c
Final:
3-0 Tijuca TC - f
3-0 Tijuca TC - c

Os Campeões:
1971 - CIB
1972 - ----
1973 - Tijuca TC
1974 - CR Flamengo
1975 - Hebraica SCER
1976 - Botafogo FR
1977 - Botafogo FR
1978 - AABB
1979 - -----
1980 - ----
1981 - AABB
1982 - Fluminense FC
1983 - Fluminense FC
1984 - Fluminense FC
1985 - ARFA Bradesco
1986 - ARFA Bradesco
1987 - Fluminense FC
1988 - -----
1989 - ----
1990 - ----
1991 - ----
1992 - CIB
1993 - Fluminense FC
1994 - Botafogo FR
1995 - Fluminense FC
1996 - CR Flamengo
1997 - Tijuca TC
1998 - Fluminense FC
1999 - Tijuca TC
2000 - Tijuca TC
2001 - Fluminense FC
2002 - Botafogo FR
2003 - Tijuca TC
2004 - Niterói VC
2005 - ?
2006 - Fluminense FC
2007 - CR Flamengo
2008 - Niterói VC
2009 - CR Flamengo
2010 - Fluminense FC
2011 - Fluminense FC
2012 - Fluminense FC
2013 - CR Flamengo
2014 - Fluminense FC
2015 - AABB
2016 - AABB
2017 - Fluminense FC
2018 - CR Flamengo
2019 - Botafogo FR

Fonte: esporterio.blogspot.com
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Vôlei: Botafogo conquista seis títulos em 18 dias na base

Guilherme Lopes, diretor do vôlei alvinegro, destaca sucesso das categorias inferiores e presença de jogadores da casa no time profissional, que está na elite nacional. O sucesso do Botafogo do vôlei não vai apenas no âmbito profissional. Meses depois de conquistar a Superliga B masculina e garantir sua presença na elite do esporte nacional, o Alvinegro vem empilhando conquistas nas categorias de base. Nos últimos 18 dias, por exemplo, os meninos de General Severiano conquistaram seis conquistas, entre torneios no país e internacionais.

Na Copa Rio, o Botafogo alcançou o topo nas categorias Mirim, Infanto e Juvenil masculino. Pelo feminino, a sensação foi o Infantil, que venceu o torneio Joseense e, em seguida, a Amb Volleyball Cup, em Portugal, considerado o Mundial das categorias de base. No último domingo, o Mirim Masculino sagrou-se campeão do Rio Open 2019, disputado em General Severiano. Diretor de Vôlei no Alvinegro, Guilherme Lopes, exaltou as conquistas, falou sobre o resgate da hegemonia e o trabalho realizado desde 2015.
- Muito se fala em Superliga A, na campanha do acesso, mas acabam esquecendo que essa retomada começou lá em 2015 e também buscamos nos consolidar nas categorias de base. Começamos a plantar a sementinha lá. Hoje posso afirmar que o voleibol do Botafogo é uma referência nacional a nível de categorias de base e colhe seus frutos. Voltamos a ser o clube mais vitorioso do Rio. Fomos campeões da Superliga B utilizando muitos atletas do Juvenil ou que passaram pelo Juvenil, assim como foi no Estadual Adulto de 2018, onde fizemos um jogo duríssimo contra o Sesc-RJ com o time predominantemente jovem e com um técnico estreante - afirmou ao site oficial do Botafogo.
O diretor do clube de General Severiano destacou a alta quantidade de títulos vencidos em um curto período de tempo. Além disto, Guilherme Lopes afirmou que a comum presença de jogadores formados na casa na equipe profissional é um reflexo daquilo que vem sendo feito nas categorias inferiores.
- Já conquistamos seis torneios nesta temporada. Fomos campeões da Copa Rio Masculina em três categorias e vice em outra no tie-break. Nosso Infatil Feminino conquistou dois títulos fora do estado. Destaco bastante o título do Juvenil Masculino, que vem dominando há 4 anos o vôlei estadual e sempre brigando por títulos nacionais. Essa é uma das vantagens de ter um Adulto forte: dar a chance dos mais novos conviverem entre atletas de alto nível, desenvolverem seu jogo e serem aproveitados.

Fonte: site www.terra.com.br
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       Fonte: Cedida gentilmente pelo Luiz Antonio (Russo)



Ontem


Hoje








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VÔLEI: BOTAFOGO É PRATA NO 63+
O Botafogo Vôlei Master 63+ conquistou a medalha de prata no Campeonato Nacional, em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio. Trata-se do evento mais tradicional da categoria no país. Ou seja, um grande resultado.
A equipe do Botafogo Vôlei Master é um esporte parceiro do Glorioso.

Fonte: Boletim Social e Olímpico nº 121 de 29 de novembro de 2024
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